segunda-feira, 30 de julho de 2018

A vida moderna de Wellington - Queima!

A vida moderna de Wellington - Queima!
Meu nome é Wellington e o tema de hoje é explosão, tchakabum, quente feito um vulcão.

Quem brinca com fogo acaba me queimando
Apesar de não ser o tipo de pessoa que se diverte em festas, aceitei o convite para uma de São João na casa de um amigo bem próximo, acreditando que, por ser apenas a família dele reunida, conseguiria me manter minimamente bem, apesar da gritaria, música alta e crianças soltando fogos de artifício. Ledo engano!

Com menos de 15 minutos que havia me acomodado no local, uma bombinha voou do inferno na direção desse que vos fala, acertando em cheio minha cabeça e fazendo um buraco indisfarçável no meu querido cabelo, pois ela não só quicou no local, como ficou por frações de segundos para garantir o estrago. Em resumo, fui para um evento que não queria, ganhei uma ferida e ainda me tornei a atração principal, pois todos, absolutamente todos do local assistiram o ocorrido e vieram até mim desesperados.

Fui embora logo na sequência, até o dia seguinte ainda havia resto de cabelo tostado colado no local e durante a semana que sucedeu o incidente, me vi obrigado a fingir que nada aconteceu para evitar ainda mais vergonha.

Ritual MasterChef
No auge dos meus 12 anos, optei numa madrugada qualquer por fazer batata frita em meu próprio quarto, pois genial que sou, constatei que essa era a melhor maneira de cozinhar sem fazer barulho e acabar acordando alguém.

Meu fogão improvisado tinha tudo para dar certo, sendo formado por: duas pilhas de livros, equilibrando a panela com óleo e batata, além de diversas velas acesas no centro. E realmente foi tudo como planejado... Tirando o fato de que alguns segundos depois meu quarto estava completamente tomado pela fumaça, que escapava pelas brechas da porta e basicamente sinalizava para toda e qualquer pessoa em um raio de 20 metros a chegada a galope de um incêndio.

Era o jovem Well, sentado no chão cortando batatas, com um boneco do banana de pijama ao lado, que dava todo um toque de ritual para invocação do Chucky, a centímetros de fogo, óleo e bastante papel. Digamos que encerrar a experiência, guardar tudo e fazer um miojo na cozinha, como uma pessoal normal teria feito desde o início, foi a minha atitude mais sensata da noite.

Por hoje é só. Já me queimei o suficiente! (literalmente)

Zona do Guaxinim
Os comentários são de responsabilidade dos criadores e não refletem na opinião dos autores do site.


Display Pagerank

   Blog Zona do Guaxinim.